A alimentação pré
e pós treino deve priorizar o consumo de carboidratos e proteínas, que ajudam a
desempenhar o aumento de massa muscular. De acordo com Beatriz Botéquio, nutricionista da Consultoria e Equilibrium (SP),
os carboidratos são necessários para evitar que o corpo utilize a proteína presente
no músculo como fonte de energia, assim
preservando a estrutura do músculo.
Mas, além dos alimentos, os hábitos
também interferem nodesempenho do exercício. “Às vezes a pessoa pode ingerir os alimentos certos, mas não ingere
os nutrientes eproteínas necessários,
fuma, ou outros hábitos que prejudicam o desempenho dos treinos.
Comer demais antes do treino atrapalha?
Sim. O ideal é passar em um nutricionista para
indicar o cardápio que vá complementar os treinos, ajudar a mandar embora as calorias e ao mesmo tempo armazenar
energias para realizar os exercícios. “É claro que
o um atleta que luta e treina muitas horas, a alimentação pré-treino tem
uma quantidade maior”, explica Karoline Pereira Silva, nutricionista da Cia Athletica unidade Anália Franco
(SP).
De acordo com a nutricionista, o ideal é
se alimentar de 20 a 30 minutos antes do treino. “Quando ocorre
uma absorção de alimentos, maior parte do sangue
e oxigênio do organismo é
direcionado para o nosso estômago para fazer
a digestão”, afirma Karoline.
O corpo também
precisa direcionar sangue e oxigênio para os músculos realizarem
as tarefas durante os treinos. “Caso tenha
comido muito antes de realizar os treinos, o oxigênio é
desviado do estômago que está digerindo o alimento e vai em direção aos músculos que estão fazendo força. Com isso, a digestão para e pode ocorrer a congestão, tontura,
ânsia de vômito e mal estar”, alerta Karoline. Por isso é aconselhável fazer
uma refeição mais leve antes do treino.
Alimentação pré-treino
“A refeição pré-exercício tem como objetivo fazer com que
o praticante não se sinta fadigado e tenha um bom desempenho durante
a atividade. Para todos os tipos de treinos: aeróbico (corrida, ciclismo, luta) ou de força (musculação), a sugestão é investir em alimentos que são fontes de carboidratos ”, aponta Beatriz.
Mas, não ache que
todos os tipos de carboidrato são fontes de energia para a musculação. "Os carboidratos simples devem ser evitados, afinal
são digeridos rapidamente. Quando a digestão é acelerada, a taxa de glicose sobe
e assim pode ocasionar picos de energia seguidos de
queda energética no organismo, podendo dar tontura durante o treino”, conta
Karoline. Os alimentos que contêm carboidratos simples são os refinados,
como pão branco, bolachas recheadas, mel e açúcares.
Antes dos treinos,
Karoline indica consumir carboidratos complexos,
pois demoram a ser ingeridos e assim evitam a queda de níveis glicêmicos.
Aposte nos pães integrais, arroz integral, batata doce, salada de frutas,
iogurte ou açaí acompanhados de grãos (linhaça dourada, granola, aveia ou
quinoa real).
Beatriz concorda e
completa: “No pré-treino a sugestão é investir
em frutas, torradas, cereais, iogurtes, frios magros, bebida à base de soja e
compostos de proteína em pó (como isolado do soro do leite, ou soja). Se o dia
estiver muito corrido, aposte no isotônico, no caso de
corridas, e em um shake de proteínas - no caso
de musculação.
Alimentação pós-treino
Já percebeu que depois de um treino duro,
o estômago parece se manifestar antes da hora? Pois
bem, após os exercícios é
comum bater aquela fominha. “Isso acontece porque o organismo fica carente de nutrientes, vitaminas e minerais”, explica
Karoline. Alimentação pós-treino
Mas, é na hora do pós-treino que mora
o perigo! “Após o treino, o organismo age como uma esponja. Tudo que é ingerido é
absorvido rapidamente, pois o corpo está
necessitando de alimentos para repor o que foi
perdido”, informa Karoline.
Por isso, cuidado: se depois de um dia na academia ocorrer a ingestão de alimentos pesados e gordurosos, o corpo absorve tudo o que perdeu no dia de malhação. “Para recuperação dos músculos, aposte nos alimentos que
contenham proteína, como frango orgânico, peixe, mussarela de búfala,
blanquet de peru, iogurte e quinoa real”, indica Karoline.
Ômega 3 ajuda nos exercícios
Alimentos que
contenham Ômega 3 também são indicados para a recuperação de energia. “Invista também em castanhas em
geral (castanha do Brasil, nozes, macadâmia, avelã), ovo caipira, peixes
(salmão, tilápia, sardinha), linhaça dourada triturada, azeite
extravirgem, gergelim branco e preto”, acrescenta Karoline.
De acordo com a nutricionista, o Ômega 3 mantém a fluidez do sangue e com isso leva
mais oxigênio para os músculos aumentando a força e diminuindo
o risco de doenças como aterosclerose, colesterol ou infarto.
Matéria retirada
do site http://splashurl.com/plce74y
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ResponderExcluir"online training system"